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WMF Capital Research aposta em modelo 'CFO as a Service' para revolucionar a gestão financeira de startups e PMEs

01/09/2026
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Vítor Levindo chega à WMF Capital Research para comandar nova área de finanças sob demanda

A consultoria WMF Capital Research anunciou a contratação de Vítor Levindo como sócio e diretor de sua nova vertical de serviços financeiros sob demanda, modelo conhecido como CFO as a Service, sigla em inglês para diretor financeiro. O executivo acumula mais de 25 anos de experiência em finanças corporativas e ficará responsável por uma operação voltada principalmente a startups e pequenas e médias empresas que estejam passando por fases de crescimento, profissionalização ou reestruturação.

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A nova área da WMF tem como público-alvo companhias com faturamento entre 30 e 100 milhões de reais. O recorte não é por acaso: segundo a consultoria, essas empresas frequentemente já operam em um patamar complexo, mas ainda não justificam ou não comportam a contratação de um diretor financeiro experiente em tempo integral. O serviço foi criado justamente para preencher essa lacuna, oferecendo liderança financeira qualificada sem a necessidade de incorporar um profissional permanente ao quadro.

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Entre as frentes atendidas pelo novo serviço estão o planejamento financeiro, a gestão de caixa, a estrutura de capital, o fundraising, termo em inglês usado para a captação de recursos junto a investidores, o relacionamento com investidores, a governança corporativa, as fusões e aquisições, conhecidas pela sigla M&A, e a gestão de riscos. O pacote cobre, portanto, desde a rotina financeira até decisões estratégicas de longo prazo.

Para Levindo, o crescimento das empresas traz demandas financeiras que nem sempre fazem parte da experiência dos fundadores. Em nota, o executivo observou que é comum encontrar startups ou fintechs lideradas por fundadores com formação em tecnologia ou engenharia, que têm uma visão muito clara do negócio, mas menos vivência em temas como estratégia financeira, captação de investimento, relação com investidores, governança, conselho, auditoria e instituições financeiras. Segundo ele, essas competências passam a ser necessárias à medida que a empresa cresce.

A proposta do modelo de diretor financeiro sob demanda é permitir que as companhias tenham acesso a um executivo experiente em momentos ou desafios específicos, sem precisar manter esse profissional de forma permanente na estrutura. A lógica é oferecer conhecimento sênior exatamente quando ele se torna indispensável, alinhando o custo da contratação ao momento vivido pelo negócio.

A trajetória de Levindo dá sustentação à aposta da WMF. Antes de chegar à consultoria, ele passou quase uma década na PwC, grande empresa de auditoria e consultoria, e ocupou posições de diretor financeiro e de CEO, sigla para diretor-executivo, em companhias dos setores de infraestrutura, energia renovável, agronegócio, óleo e gás, mercado imobiliário e varejo. O percurso combina, assim, experiência em grandes empresas de consultoria e vivência direta na liderança de negócios em setores variados da economia.

Além de startups em crescimento ou em preparação para novas rodadas de investimento, a WMF enxerga espaço para o serviço em empresas que estejam passando por reestruturação, recuperação do negócio ou processos de sucessão. Ou seja, o alcance da nova vertical vai além do público tecnológico e contempla qualquer companhia que enfrente um momento delicado ou de transição em sua gestão financeira.

A estratégia da consultoria, no entanto, é de expansão cautelosa. O plano é começar com uma carteira restrita de clientes e ampliar a operação apenas a partir dos resultados das primeiras entregas. Levindo explicou que se trata de um negócio baseado essencialmente em confiança, no qual a credibilidade está muito associada à trajetória do profissional que entra na empresa e à qualidade da entrega. Por isso, a intenção é crescer de forma orgânica e estruturada.

O executivo reconhece ainda que existe um desafio central nesse caminho: ganhar escala sem comprometer a qualidade do trabalho. É esse equilíbrio entre expansão e excelência que vai orientar os primeiros passos da vertical na WMF Capital Research, que aposta na experiência acumulada por Levindo em mais de duas décadas de finanças corporativas para consolidar o novo serviço no mercado.

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