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Endava Revoluciona Entrega de Software com Agentes de IA da OpenAI

04/06/2026
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Endava adota agentes de IA da OpenAI para reformular a entrega de software

A empresa global de tecnologia Endava está redesenhando seus processos de entrega de software com base no uso de agentes de inteligência artificial. A companhia passou a integrar ferramentas da OpenAI, como o ChatGPT Enterprise e o Codex, em todas as etapas do fluxo de trabalho, com o objetivo de automatizar rotinas, acelerar entregas e construir uma cultura organizacional centrada na chamada IA nativa.

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A movimentação foi detalhada em uma publicação no blog da OpenAI, que destaca a trajetória da Endava na adoção dessas tecnologias. O texto mostra como a empresa deixou de tratar a inteligência artificial como um recurso complementar e passou a utilizá-la como ponto de partida para a solução de problemas técnicos e operacionais.

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Segundo o diretor de tecnologia da Endava, Matthew Cloke, ser uma empresa orientada à IA nativa significa, antes de tudo, priorizar o uso da inteligência artificial na busca por soluções. A fala do executivo aparece como um dos pontos centrais da publicação e sintetiza a estratégia adotada pela companhia, que decidiu incorporar os agentes de IA de forma estruturada em seus processos de desenvolvimento.

O movimento resultou na criação do DavaFlow, metodologia interna da Endava voltada para a entrega de software com uso intensivo de inteligência artificial. De acordo com a publicação, o DavaFlow é alimentado pela tecnologia da OpenAI e atua em todas as fases do ciclo de entrega, desde a concepção inicial até a implementação final. A proposta é reorganizar a maneira como equipes de engenharia planejam, executam e revisam projetos, contando com apoio direto de modelos generativos.

O DavaFlow é descrito como um motor de entrega nativo em IA. A ferramenta reúne práticas, fluxos de trabalho e integração com agentes automatizados, permitindo que profissionais da Endava utilizem modelos de linguagem para realizar tarefas como geração de código, análise de dados, documentação e testes. A expectativa é reduzir o tempo gasto em atividades repetitivas e ampliar a capacidade de inovação dentro dos times técnicos.

A publicação também aborda a forma como a empresa conduziu a implementação dessas tecnologias em larga escala. A estratégia incluiu a capacitação de equipes, o fornecimento de acesso às ferramentas e a criação de uma estrutura de apoio para que os profissionais pudessem incorporar a inteligência artificial em sua rotina com segurança. O processo foi desenhado para que a mudança cultural acontecesse de forma gradual, com acompanhamento próximo dos resultados e ajustes ao longo do caminho.

Entre os pontos destacados estão os aprendizados obtidos durante a jornada de adoção. A experiência da Endava mostra que a transformação depende não apenas da disponibilização das ferramentas, mas também de investimento em treinamento, definição de processos claros e adaptação contínua dos fluxos de trabalho. A empresa reforça que o uso de agentes de IA exige novas práticas de colaboração entre pessoas e máquinas, com revisão constante dos resultados produzidos pelos modelos.

A publicação também apresenta os próximos passos da Endava. A companhia pretende ampliar o uso de agentes de inteligência artificial em outras áreas além do desenvolvimento de software, além de continuar refinando o DavaFlow e fortalecendo a parceria com a OpenAI. A ideia é consolidar um modelo de operação em que a inteligência artificial esteja presente de forma transversal, apoiando diferentes funções dentro da organização.

O caso da Endava se soma a uma série de iniciativas de grandes empresas que vêm adotando ferramentas de IA generativa para transformar suas operações internas. O uso do ChatGPT Enterprise, voltado para ambientes corporativos, e do Codex, modelo da OpenAI voltado para tarefas de programação, demonstra como a tecnologia tem sido aplicada em contextos reais de produção, com integração direta em fluxos de engenharia.

Ao publicar a experiência da Endava, a OpenAI destaca a importância de empresas líderes compartilharem seus aprendizados sobre adoção de inteligência artificial em larga escala. A narrativa construída em torno do DavaFlow e da reorganização dos processos de entrega de software reforça a tendência de organizações de tecnologia buscarem modelos operacionais cada vez mais dependentes de agentes autônomos e modelos generativos, com impacto direto na produtividade e na forma como times técnicos trabalham no dia a dia.

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