Pouco conhecido hoje, mas verdadeiro: em 1900 os veículos elétricos eram mais comuns nas estradas americanas do que os movidos a gasolina. Naquele período, a bateria automotiva de chumbo-ácido usada na época — ligada ao trabalho de Thomas Edison — era cara e oferecia autonomia limitada, de aproximadamente 30 milhas.
Buscando superar essas limitações, Edison passou a defender a bateria níquel-ferro como o futuro da propulsão elétrica. Segundo suas expectativas, esse tipo de bateria poderia chegar a cerca de 100 milhas de alcance, teria longa durabilidade e permitiria recargas em torno de sete horas — um tempo considerado rápido para os padrões da época.