Um novo estudo mostrou que redes de nanolasers pulsantes (spiking nanolasers) podem reproduzir um princípio central do funcionamento cerebral: a capacidade de “imaginar” aquilo que não é diretamente percebido, por meio da amostragem de modelos internos do mundo. A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade de Berna em colaboração com o laboratório Thales Research & Technology, instalado no campus Paris-Saclay, e teve seus resultados publicados na revista Nature Communications.
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Redes de nanolasers imitam a capacidade cerebral de "imaginar" o invisível
10/02/2026
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Fonte: https://conexaotc.com.br