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iPhone 18: A Evolução da Inteligência Artificial com 12 GB de RAM sem Aumento de Preço

18/06/2026
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iPhone 18 pode ter 12 GB de RAM para suportar nova Siri sem aumento de preço

A Apple estuda aumentar a memória RAM do iPhone 18 base para 12 GB, um salto de 4 GB em relação aos 8 GB presentes no iPhone 17 atual. A informação foi divulgada pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutida pelo MacRumors. O upgrade de hardware estaria diretamente ligado às novas funcionalidades de inteligência artificial que a empresa prepara para a Siri, assistente virtual que passaria a rodar localmente no aparelho e com integração mais profunda ao sistema operacional.

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A mudança representa um aumento de 50% na capacidade de memória em comparação com a geração anterior. Essa expansão é considerada essencial para que o dispositivo consiga processar modelos de IA diretamente no telefone, sem depender exclusivamente da nuvem. A tendência já era acompanhada pelo mercado desde outubro, quando o site coreano The Bell havia indicado que a Apple negociava o aumento de RAM para a próxima geração, com pedidos adicionais de chips no padrão LPDDR5X, tecnologia de memória projetada para dispositivos móveis que oferece maior velocidade e menor consumo de energia.

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Apesar do incremento de hardware, a expectativa é de que o preço do modelo base permaneça inalterado. O iPhone 17 foi lançado no mercado brasileiro por R$ 7.999, valor que já pode ser encontrado por pouco mais de R$ 5,6 mil em promoções no comércio eletrônico. A manutenção da faixa de preço seria possível porque a Apple teria conseguido negociar a compra de memórias DRAM, que são os chips responsáveis pelo armazenamento temporário de dados durante o funcionamento dos aplicativos, junto às principais fabricantes do setor por valores abaixo do mercado.

A estratégia agressiva de preços também foi destacada em maio pelo analista de mercado Jeff Pu, que apontou que a empresa estaria disposta a manter valores competitivos mesmo em um cenário de escassez de RAM enfrentado pela indústria. Esse contexto reforça a ideia de que a Apple pretende usar o ganho de memória como um diferencial técnico, sem repassá-lo ao consumidor final.

A relação entre o aumento de RAM e a inteligência artificial da Siri não é casual. Durante a WWDC 2026, conferência anual de desenvolvedores da empresa, foram apresentados os planos para uma nova geração da assistente, com recursos avançados de IA e maior capacidade de compreensão de contexto. Para que essas funcionalidades funcionem de forma fluida no aparelho, é necessário que o processador e a memória trabalhem em conjunto com mais folga, já que modelos de linguagem executados localmente exigem grande quantidade de memória temporária para operar.

No momento, ainda não há informações sobre uma possível expansão de RAM nos demais modelos da linha. O iPhone 17 Pro, o 17 Pro Max e o 17 Air já contam com 12 GB de memória, mesmos 12 GB previstos para o iPhone 18 base. Caso a Apple padronize os 12 GB para toda a linha, a diferença entre as versões ficaria restrita a processador, câmera e outros componentes, o que poderia tornar o modelo de entrada ainda mais competitivo.

A Apple também estaria preparando uma nova estratégia de lançamento para a próxima geração de telefones. Os primeiros modelos devem chegar em setembro, incluindo as versões Pro, Pro Max e um novo iPhone dobrável. Já o iPhone 18 base está previsto para a primeira metade de 2027, junto com outros dois modelos intermediários, o iPhone 18e e o iPhone Air 2.

Esse cronograma diferenciado pode mudar a forma como o consumidor enxerga a linha tradicional. Enquanto os modelos mais caros seriam lançados no ciclo habitual de setembro, a versão base ficaria para o início do ano seguinte, possivelmente para dar tempo de a empresa ajustar estoques, produzir em escala e incorporar as novas memórias sem comprometer o ritmo de lançamentos.

Combinando o aumento de RAM, a manutenção do preço e a chegada de uma Siri mais inteligente, a Apple sinaliza que pretende transformar o iPhone 18 em uma porta de entrada mais robusta para o universo da inteligência artificial. Resta saber se, na prática, a empresa conseguirá entregar os recursos de IA prometidos já no lançamento ou se eles serão distribuídos gradualmente por meio de atualizações de software após a chegada do aparelho ao mercado.

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