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Escolhendo o Modelo de IA Certo: Um Guia para Maximizar o Desempenho e Minimizar os Custos

14/02/2026
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Plataformas como ChatGPT, Gemini e Claude oferecem diferentes tipos de modelos de IA, cada um com características próprias de velocidade, profundidade de análise e custo. Ao escolher a opção mais adequada, é preciso avaliar alguns fatores para alinhar o modelo ao seu objetivo — e entender termos como prompt, tokens, LLM e janela de contexto pode ajudar nesse processo.

O que considerar ao escolher um modelo de IA?

Não existe um "melhor" modelo universal; há, sim, o modelo mais apropriado para cada situação. Para decidir, leve em conta o tipo de tarefa e o nível de complexidade envolvidos. “Cada modelo tem seus pontos fortes, e a escolha faz mais sentido quando está alinhada ao tipo de problema que você está tentando solucionar”, disse o diretor do CEIA (Centro de Excelência em IA) da Universidade Federal de Goiás (UFG).

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1. Cada plataforma tem seus pontos fortes

Embora a experiência de uso entre as plataformas seja semelhante, os modelos costumam se destacar em áreas distintas. Soares explica que o Claude é frequentemente elogiado para programação e tarefas que exigem raciocínio estruturado. O Gemini oferece recursos como o Deep Research, indicado para buscas extensas em múltiplas fontes. Já o ChatGPT se sobressai pela versatilidade como ferramenta generalista. Mais do que eleger uma plataforma “melhor”, o ideal é refletir sobre o problema que você quer resolver naquele momento.

2. O tipo de tarefa define o modelo

O primeiro critério de escolha é a complexidade da demanda. Segundo Iglá Generoso, CEO da DIO, a decisão “passa basicamente pelo tipo de demanda”. Para perguntas rápidas, resumos e buscas objetivas — tarefas que pedem respostas imediatas e de menor profundidade — modelos mais leves e econômicos, como o Gemini 3 Flash e o Claude Haiku 4.5, costumam ser suficientes. Para análises detalhadas, produção de código ou raciocínios mais longos, versões mais robustas, como o GPT-5.2 Pro e o Claude Opus 4.6, tendem a entregar resultados melhores.

3. Custo e limitação

Mesmo quando o acesso a uma plataforma não é cobrado por uso, isso não significa ausência de restrições. Modelos mais avançados exigem mais recursos computacionais e, por isso, costumam ter limites de utilização. No ChatGPT Plus, por exemplo, usuários podem enviar 160 mensagens a cada três horas usando o GPT-5.2; já no modo Thinking, pensado para tarefas com múltiplas etapas e raciocínios complexos, há a limitação de 1.000 prompts por semana. Alguns modelos mais potentes ficam restritos a planos mais caros — é o caso do Gemini 3 Deep Think, disponível apenas no plano Google AI Ultra, que custa mais de R$ 1 mil por mês. Por isso, escolha opções que atendam às suas necessidades reais para evitar surpresas ou custos desnecessários.

Em suma, avalie a natureza da tarefa, o nível de complexidade exigido e as limitações de uso e custo antes de optar por um modelo. Assim você maximiza o desempenho e evita gastos ou restrições que atrapalhem o fluxo de trabalho.

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