PUBLICIDADE

Desenvolver ou Terceirizar: O Dilema Estratégico da Inteligência Artificial no Setor Financeiro

11/02/2026
7 visualizações
1 min de leitura
Imagem principal do post

Definir o que pertence ao núcleo do negócio e o que pode ser tratado como commodity tornou‑se uma das decisões mais sensíveis do Itaú Unibanco na adoção de inteligência artificial. Essa distinção influencia diretamente quais iniciativas a instituição desenvolve internamente e quais são passíveis de terceirização, impactando estratégia, risco e custo.

Nesse contexto, Ricardo Guerra, CIO do banco, estabelece um limite claro para o uso de soluções externas. A posição aponta para uma abordagem cuidadosa: manter internamente aquilo que entrega vantagem competitiva, garante controle sobre dados e modelos críticos, e delegar para parceiros apenas elementos considerados commoditizados ou de menor sensibilidade.

A linha entre “dentro” e “fora de casa” afeta várias frentes operacionais e regulatórias — desde governança de dados e privacidade até auditoria de modelos e continuidade de negócio. Por isso, a decisão sobre o que desenvolver internamente ou contratar externamente passa a ser tratada com prioridade estratégica no processo de adoção de IA pelo banco.

PUBLICIDADE

O tema reflete um dilema comum à transformação digital em instituições financeiras: conciliar velocidade e eficiência proporcionadas por soluções de mercado com a necessidade de proteção dos ativos mais estratégicos da organização.

PUBLICIDADE

Comentários

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a comentar!