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**Robôs Que Conquistam Corações: A Ciência por Trás da Empatia Mecânica**

03/02/2026
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Robôs simpáticos — aqueles que o público adora — costumam ser cheios de personalidade: R2‑D2, C‑3PO, WALL‑E, BB‑8, Marvin, Roz e Baymax são exemplos icônicos. Essas máquinas fictícias mostram emoções, ficam propensas ao pânico ou agem com autoritarismo, demonstram empatia e conseguem se comunicar como humanos — mesmo quando a fala se resume a bipes e ruídos.

Na Purdue University, a especialista em comunicação e comportamento de robôs Sooyeon Jeong trabalha justamente para aproximar essa imagem encantadora da realidade. O foco dela é desenvolver robôs o mais amigáveis e úteis possível em ambientes não fictícios, ou seja, no mundo real, onde interações práticas e relações confiáveis com pessoas são essenciais.

Isso implica pensar tanto no modo como os robôs se expressam — vocais, gestos, sinais sonoros — quanto em como seus comportamentos são percebidos e compreendidos por humanos. A inspiração vêm justamente dos personagens populares: a capacidade de transmitir emoções, responder com empatia e comunicar-se de forma clara (mesmo com simples bipes) é algo que pesquisadores como Jeong procuram traduzir para aplicações reais, tornando a tecnologia mais acessível e eficaz nas situações do dia a dia.

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